Colunista Valdicio Pinheiro

A ESQUERDA E O CRIME ORGANIZADO

Por Valdício Pinheiro

A adoção da violência como base ideológica começou com Stálin em 1930. Com a transformação do delinquente juvenil, em militante revolucionário.

Essa transformação nasce desde a harmonização da imagem do delinquente juvenil ao ato continuo de criminalização e a desmoralização da polícia.

Mas foi a Escola de Frankfurt (Grupo de Intelectuais) que contribuiu de forma significativa para a propagação da base ideológica.

O sociólogo alemão Herbert Marcuse, foi responsável pelo revisionismo histórico na teoria de Karl Marx.

Karl Marx, acreditava que o proletariado promoveria uma revolução contra os burgueses (patrões) naturalmente. Pois ele (Karl Marx) dava como certo que com o crescimento da classe operária e o encolhimento da burguesia, aliado com a concentração de renda, a revolução seria algo inevitável. Mais na prática isso não aconteceu. A consolidação do capitalismo, como sistema econômico, gerou riquezas e consequentemente a sua distribuição. Resultado? O proletariado emergiu de classe e muitos viraram patrões.

Ao se deparar com tais fatos, Marcuse faz o revisionismo da teoria de Karl Marx e uma adequação da adoção do delinquente juvenil, de Stálin.

Ele cria uma nova “classe revolucionária” já que os proletariados foram considerados traidores da causa revolucionária. Baseando sua teoria que fundamenta-se na crítica da sociedade. Agora a nova classe é chamada de: LUMPEMPROLETARIADO. (Bandidos, ladrões, Traficantes, delinquentes, Proxenetas etc…)

Para Marcuse, esses eram os verdadeiros revolucionários, e que consequentemente seriam os representantes do povo em cargos eletivos…

No Brasil, a esquerda fez uma mistura de teorias e ideólogos.
Antônio Gramsci e Herbert Marcuse.

Desse “mix” nasceu a base da nova esquerda brasileira. Esquerda, que se dividiu na contra revolução de 1964. Parte foram para a guerrilha do Araguaia, e os outros ficaram nas universidades, igrejas, sindicatos, rádio, televisão, jornais, etc…
Os que foram para a guerrilha ao fim foram presos (todos tinham feito curso de treinamento na Coréia, Cuba, China, Rússia). No Presídio de Ilha Grande no Rio de Janeiro transmitiram seus conhecimentos de táticas, estratégias de guerrilha urbana aos presos. Daí, nasceram as facções, e as organizações criminosas. o Comando Vermelho com Escadinha, e depois o PCC (Primeiro Comando da Capital) com Marcola.

A ascensão do banditismo foi apoiada pela maior campanha de modificação da sociedade através da cultura. Uma simbiose entre artistas, escritores, cantores, produziram a visão do “bom malandro”.
Desde Capitães de Areia a I’ Love Paraisópolis, escritores como: Jean Claude Bernardet, Aguinaldo Silva, até os cantores; Bezerra da Silva, Mano Brown, Sabotagem, Gabriel Pensador, Taty Quebra Barraco.

O roteiro é um Só: ladrões, traficantes, homicidas, assaltantes, bicheiros etc.., são por essência vítimas da sociedade na qual tem uma dívida social. Com isso o bandido passa de acusado a acusador. Protegido por uma séries de Leis absurdas que visam criminalizar o potencial criminoso – o Pai de Família. E glamoriza o bandido, vítima da sociedade.

Com o passar do tempo essa nova adequação da esquerda brasileira deu frutos. Os seus líderes subiram na vida tornando-se Presidente da República (Dilma Rousseff assaltou a casa do governador de São Paulo Adhemar de Barros), Ministros (Franklin Martins integrante do grupo terrorista VPR), Gilberto Carvalho (que segundo o Ministério Público do Estado de São Paulo é o mandante do assassinato do ex. prefeito de Santo André Celso Daniel.)

Os líderes da Nação se afastaram dos antigos “cumpanheiros” mais não os deixaram desamparados. Legislaram leis pró- tráfico de drogas, recolheram as armas das mãos do cidadão e colocaram nas mãos do crime organizado. Tudo isso através do sucateamento das polícias, principalmente da PF, onde praticamente foram arrancados das fronteiras brasileiras.
Tais políticas visam facilitar a entrada e saída de armas e drogas.

Ser bandido no Brasil e uma “profissão” glamorizada, respeitada com uma série de direitos e privilégios.
Desde leis que protegem o “exercício da profissão” até a criminalização da polícia e do Cidadão de bem.
E quando são impedidos de exercer as funções (vão para os presídios) tem regalias: visita íntima e auxílio-reclusão. O “bolsa bandido”
Isso é o show business do banditismo, a leniência mental e proposital da esquerda brasileira.

Juazeiro da Bahia não é diferente. Em 2015 foram 129 homicídios, em 2016 119. Além do aumento exacerbado crescimento de drogas. Ex: a Praça da Igreja, Orla 1 e 2 de Juazeiro, Arco da Ponte e nos Bairros da cidade.

Mais há quem diga ou quem pense que isso é tudo “teoria da conspiração”, ou que não passa de um delírio mental.
Mesmo quando a ONU não consegue explicar o crescimento brutal de venda e consumo de drogas no Brasil, enquanto no mundo todo diminui.

Ainda há quem ache que sou louco.

Valdício Pinheiro é colunista do Blog Vale sem Fronteiras

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